Eu existo no intervalo entre um fazer sentido e outro. O vazio que se abre, entre um pensamento e sua ação, me suga tal qual um buraco. Não acredito que a morte seja um buraco, nem o vazio dentro dele. Acredito que o vazio para a morte não existe, pra vida também não deveria, mas caímos dentro dele. Enfim, O medo sempre se dissipa, o que somos nós, sem nós?
O que é você? não você.
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