segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Unicórnio Voraz

    De montanha em montanha cada um sua a panelada doce encanto. Crer que a vida pode, de certo há esperança, adquirir forma de modelo. Não há mesmo possibilidades de quebrar o encanto. Não há mais possibilidade que não seja modelo.
    A partir de quando essa sua idéia, esse deu domínio, demônio reluzente, príncipe encantado da estória infantil, exerceu tanta influência nos renitentes da terra mágica? Como poderá impedir o unicórnio de voar?



    Outra vez, no meio da paisagem, sozinho. Lembrando de não esquecer que para incluir ritos flamejantes, danças tribais, reduzir tudo para os olhos, em 180º, numa panorâmica linda para para o cinema: maciço investimento, em potes de ouro, enterrados no quintal chamarei-os de Deus e venero, oh Deus!, Zeus!, Buda!, Pitágoras!, Jesus!, Mãe-da-Rua!, Universo, poeira!, poeira dourada.



    Toda essa poeira cósmica infinitamente cobiçada, motivo da briga e pretexto para o jogo, certeza de início do conto. Mas como poderíamos fugir do cenário assim, no meio da cena?

    Tudo que há envolta, tudo que há dentro. Emaranhado de fios sensitivos, sem distinção, discernimento, datação, reconhecimento. Além ou aquém do imaginável, o conto não faz sentido. Discrepância proeminente, martele com o casco, e então Rock'n'Roll, mais um pouco de cada disso e o resto Rock'n'Roll.





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O mesmo caminho para todos, com pequenas variações: seus afetos e desafetos, seus interesses e desinteresses, suas tragédias pessoais, mas no fim todos estarão lá no fim do ano, fazendo a declaração do imposto de renda, e se um morrer tem um bilhão.    São São Paulo  ele vislumbrou com cegueiras de manteigas cansativas;

Eu só queria olhar por olhar, fazer por fazer, mas não dá, é contra a lei.      Bossa Nova Yorke. BNY.
                                                                                                               security, credit. need money?
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